Como criar NFT para vender
Surgida há mais de 6 mil anos, quase junto com a invenção da escrita, a prática do artesanato quase desapareceu durante as sucessivas fases da Revo…
A Tekoha Punk 3.0 é mais que uma revista — é um território vivo. Nasce onde a ancestralidade encontra o futuro, onde a rebeldia se torna linguagem e onde a tecnologia deixa de ser ferramenta para virar arma cultural.
Tekoha, em Tupi-Guarani, significa território de existência. É o espaço onde corpo, espírito, memória e comunidade se atravessam como rios que nunca param de correr. É chão, é céu, é história. É o lugar onde cada ser encontra seu modo de viver.
Nós escolhemos esse nome porque acreditamos que todo futuro começa em um território — físico, simbólico ou digital. E o nosso território é insurgente, aberto, protegido pelas ancestrais e movido pela imaginação coletiva.
O Punk 3.0 vem para lembrar que sonhar o futuro é um ato radical. Reivindicamos a tecnologia como um espaço de autonomia, de voz, de ruptura com padrões coloniais que ainda moldam o mundo digital. Somos o erro no sistema. O glitch que abre brechas. O código que foge do controle.
A revista surge como um manifesto cultural, um arquivo vivo de experiências, saberes e estéticas que nascem das margens e atravessam as redes. Aqui reunimos artistas, designers, programadores, fotógrafos, indígenas, afrofuturistas, ativistas, pensadoras e corpos plurais que fazem da arte um instrumento de reinvenção.
Nossa proposta é simples e poderosa:
A cada edição, abrimos espaço para narrativas que respiram resistência e criam novos mundos. Somos arquivo, laboratório, manifesto e trilha. Somos o entre-lugar onde o passado se transforma em código e o código vira floresta.
Somos a Tekoha Punk 3.0.
E este território — ancestral, rebelde e futurista — também é seu.
Uma revista-manifesto que une ancestralidade, arte, tecnologia e futuro insurgente. Um território de resistência digital onde povos originários e comunidades negras reescrevem o amanhã.
Tekoha significa território em Tupi-Guarani. É mais que um lugar: é onde o ser, o fazer e o existir se encontram. Nossa revista nasce desse chão simbólico.
Porque hackear o futuro é um ato rebelde. Mistura a estética punk com código, glitch, autonomia, blockchain e cultura digital livre.
Digital — mas não apenas digital: é viva. Interativa, imutável, descentralizada e conectada com Web3.
Povos indígenas, artistas negros, quilombolas, tecnólogos periféricos, designers rebeldes, ativistas culturais, programadores, sonhadores.
Você pode apoiar mintando a edição, contribuindo financeiramente, compartilhando o projeto ou participando das chamadas criativas.
Digital —Porque o Brasil profundo pulsa, resiste e cria — e suas vozes precisam ocupar o digital com força, beleza e autonomia. Formar comunidade é algo precioso para nós
É romper algoritmos coloniais. É devolver o poder às mãos de quem cria o mundo real. É fazer do código uma arma cultural.
Honrar as ancestralidades que caminham conosco. Celebrar saberes tradicionais. Questionar estruturas. Propor caminhos.
A partir de movimentos sociais, práticas ancestrais, tecnologias emergentes, arte de rua, pesquisas e narrativas de resistência.
Corpos plurais. Mentes insurgentes. Artistas, programadores, indígenas, designers, fotógrafos, griôs digitais.
Artigos, artes, entrevistas, ensaios visuais, narrativas afrofuturistas e experimentos digitais.